Parece que a chuva deu uma parada. Aqui vai um pouco de camurça para o fim de semana. Meus favorito são os snuff/tabaco. (meio alaranjado).
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Sperry Topsiders
10 de abril de 2013

O jeito que eu me visto tem mais a ver com não ser uma "fashion victim" do que estar por dentro das tendências. Estou exposto as novidades e aberto a algumas, mas no geral sou bem conservador. O motivo de eu gostar coisas como camisas button down da Brooks Brothers, tênis Vans, loafers Bass ou botas Redwings é porque eles existem a tanto tempo que é difícil errar na hora de usar. Não é a toa que são chamados de clássicos.
Sapato Monk Duplo: Mark McNairy Sand Suede Double Monk Straps
30 de novembro de 2012
Alguns modelos do Mark McNairy são muito bonitos e outros são simplesmente horrendos, mas é preciso respeitar o cara por estar correndo atrás e fazendo o que quer, sem considerar tendências ou o que as outras marcas fazem. Um excelente exemplo de que se você desafiar as regras e continuar a fazer o que queria no início, as pessoas vão reparar.
De qualquer forma eu não consigo pensar em sapatos mais "brincalhões" do que os feitos por McNairy. Os que mais gosto são os modelos que tem um tempero a mais, mas sem exageros. São diferentes o suficiente para chamar atenção mas tem bom gosto o suficiente para agradar a maioria das pessoas.

Os sapatos dele não são os mais adequados para se usar em um ambiente corporativo. Este modelo, por exemplo, foi criado para vaguear livre e selvagem pisoteando o asfalto com as solas tijolo da Dainite, e não para ficar preso dentro de um cubículo. Os atributos:
- Sapatos tipo monk de fivela dupla.
- Cabedal de camurça taupe
- Solado de borracha Dainite cor de tijolo
- Forro e palmilha de acabamento de couro
- Construção goodyear com welt de couro natural
- Feitos na Inglaterra, em Northamptonshire

A informação que consegui é que os modelos são todos fabricados na Inglaterra pela Sanders, em Northamptonshire. Todos utilizam a construção goodyear. Uma das marcas registradas é a vira de couro natuaral contrastando com a sola. As solas são fornecidas pela Daininte, fabricante de borracha Inglêsa de 1800, que praticamente inventou este modelo de solado. Os materiais (principalmente em comparação com o sapato de camurça da Richards), a construção e o conforto são todos de extrema qualidade.
Botas de Chuva
28 de novembro de 2012
A semana passada choveu muito na cidade. Andar a pé deixou de ser uma
opção e chuva em BH é sinônimo de trânsito parado. Nessas horas eu me sinto
ilhado. Imaginei as pessoas que precisam sempre fazer as coisas a pé, ou
não tem opção.
O guarda chuva só ajuda até certo ponto. Qualquer chuva mais forte e
você fica todo molhado da cintura para baixo, e o pior são os pés. Aqui em BH
não existe o costume de adaptar o traje às condições climáticas. Faça sol,
frio, ou chuva, a roupa é a mesma. Os únicos espertos são os motoqueiros, que
colocam capas de chuva e sacolas plásticas em volta dos sapatos.
Existe uma solução. Quando eu fui na Inglaterra reparei em vários homens
que aparentavam estar a caminho do trabalho, de galochas. Esse tipo de bota
poupa os sapatos de serem molhados no caminho do trabalho (o sapato fica
guardado na pasta/mochila) e também serve para proteger as calças de molharem
(enfiaria a calça dentro da bota). A preferência dos Ingleses, e talvez a
melhor galocha no mercado de galochas são as botas Hunter. Essas botas são as oficiais da
Família Real da Inglaterra. Se são boas o suficiente para a rainha Elizabeth e
o Príncipe Albert, também são boas o suficiente para mim.
Um par de galochas está na minha lista de necessidades. Sei que vão me
achar ridículo na rua, mas são pessoas que eu provavelmente nunca vou ver de
novo, e vão estar molhadas ou agarradas no trânsito enquanto eu esmago o
concreto irregular de Belo Horizonte com minhas solas anti-derrapantes.
Guia: Penny-Loafers
27 de novembro de 2012
A minha regra pessoal é: comprar fora do Brasil sempre que possível. A indústria da moda nacional tem mania
de falar que o consumidor puxa saco de estrangeiro e tem preconceito com os
produtos nacionais. Blábláblá. A grande verdade é que tem quase só sapato feio sendo vendido no Brasil. Este é um guia para quem for as compras fora do país e não quiser comprar um modelo plebeu da FiveBlu/Sergio's/CSN.
O penny-loafer é um sapato de origem nos EUA, onde é mais popular. Por isso que várias das marcas abaixo são de lá. No mais, existem algumas regiões do mundo que tem mais tradição na fabricação de calçados, acesso a profissionais mais habilidosos e matéria prima superior...e os outros modelos são de lá. Mesmo assim quem sabe pelo que procurar, consegue achar ótimos
calçados escondidos em lojas menos conhecidas, que nem website tem. Segue a lista (a maioria dos modelos está disponível em várias cores):
O Original: Bass Weejun U$ 109. Os
modelos originais de penny loafers. Os primeiros. Simples e praticamente
inalterados deste a sua concepção. Clássico, barato e durável. Difícil de
superar. Uma (outra excelente opção nesta faixa é o penny loafer da L.L. Bean)
O Modesto: Florsheim Berkley U$ 100. A
Florsheim existe a 120 anos, e apesar de sua qualidade não ser mais o que já
foi, este modelo nào dexia a desejar. Não são os mais bonitos, mas um sapato decente pelo preço.
Os vizinhos: Guido Mocassines Modelo 2779 - Se não dá para apoiar a indústria de calçado Brasileira o melhor é apoiar a da América Latina. Excelente fabricação e um penny-loafer com a cara que ele deve ter. Não sei ao certo o preço ao redor do mundo, mas as lojas do Brasil vendem sapatos da Guido por volta de R$ 300.
O Investimento: Allen Edmond Kenwood $225. Essa é uma marca tradicional dos
Estados Unidos que não deixou a peteca cair em termos de qualidade. Sapatos
sólidos e com excelente reputação
O Investimento Superior: Rancourt Beefroll Penny Loafers Mimosa Calf $290: Empresa familiar de Maine (EUA) na sua terceira geração. Os sapatos são feitos sob demanda e a mão. Este modelo é de couro de cordeiro Italiano e forro interno também de couro. (os modelos acimas não são 100% forrados). A Rancourt vende diretamente e também fabrica os calçados para marcas de luxo, como a Ralph Lauren.
Comer miojo por semanas: Oak Street Boot Maker Beefroll Loafer $318. Couro cromexel e feitos a mão em
Maine, uma das regiões do mundo com mais tradição na fabricação de sapatos. Os modelos da Oak são bem mais casuais e a costura em contraste lembra os mocassins indigênas Norte Americanos.
O Moderno: Mark McNairy Brown Grain Loafe $350 - Feito em Northamptonshire, Inglaterra, os modelos de McNairy combinam formatos tradicionais com cores e materiais mais criativos. Muitas solas coloridas. Este modelo não é um "autêntico" penny loafer, porque as costuras na parte da frente parecem ser apenas decoraticas em um único pedaço de couro.
Para a vida toda: Alden Handswewn
#8 Cordovan Penny Loafers $600. Existem poucas marcas de calçados no mundo com o
pedigree da Alden. Feitos a mão, forrados com couro vegetal e feitos de couro cordovan, que é raro e incrívelmente resistente. Vão durar uma vida inteira, e a Alden se disponibiliza para trocar as solas sempre que preciso.
O elegante: Crockett & Jones Boston Penny Loafer, por volta de $500. Feitos na Inglaterra, excelentes sapatos. Muito bonito mas com formas mais afinada, fugindo um pouco do original Americano. Com certeza são modelos mais elegante, perfeitos com uma calça com
bainha Italiana de 5 cm. Um modelo ainda mais fino da Crockett & Jones é o Sidney.
Sinta-se um milionário, mesmo pagando
cheque especial: Edward Greene Picadilli - $1.100. Edward Green abriu as portas em 1890 em Northhampton, na Inglaterra. Desde então vem fazendo sapatos de qualidade suprema, sem compromisso nenhum de qualidade em função de custos. O Picadilli é um modelo da linha "ready to wear". Também é possível comprar sapatos da linha feita totalmente sob medida, claro que por um preço mais alto.
Pisoteando a plebe: John Lobb: $1.100: Marca inglesa com mais de 150 anos de tradição, originalmente eram feitos exclusivamente sob medida e tem de tudo que um sapato pode ter de melhor, todos aqueles termos técnicos e etc. Em 1976 a Hermès assumiu o nome da John Lobb e expandiu a marca através de uma linha "ready to wear". A John Lobb original, ainda sob controle familiar, ainda faz um sapato sob medida de cada vez, em uma loja em Londres (Um bespoke custa em torno de $2700 libras).
Todas as marcas que listei até agora, com exceção de Mark McNairy, são tradicionais fabricantes de sapato e não são marcas guiadas por estilistas e pelo mercado de luxo. Até mesmo McNairy fabrica os seus sapatos em uma das melhores fábricas do mundo, em North Hampton (o paraíso dos sapatos). O preço que cobram está muito mais associado ao trabalho, artesanato e qualidade contida em cada par. Vale lembrar que mesmo muito melhor, um sapato de John Lobb não é necessáriamente 10 vezes melhor do que um da Bass. O preço neste caso, tem muito a ver com a apreciação pelo processo de fabricação e a atenção conferida a um único par de sapatos.
As marcas mais caras estão disponíveis nas prateleiras de lojas de departamento de luxo, ao lado de sapatos de grifes famosas. A tendência do consumidor casual, é ser atraído por sapatos de marcas como Prada, Salvatore Ferragamo, Louis Vuitton, etc. Muitos dos sapatos destas grifes estão cobrando em cima do nome, e quase sempre são medianos pelo preço que cobram. Só vale a pena comprar um sapato deles se for um estilo moderno e totalmente diferenciado. (No caso do Ferragamo, a marca faz excelentes sapatos, mas é preciso tomar cuidado com a diferença entre a linha premium (top de linha) e a linha "fashion")
O penny loafer é um modelo de construção mais simples. Quando ele apareceu, era a opção do homem equivalente ao tênis de hoje em dia. É um sapato mais descontraído e casual. Os modelos com formato tradicionais ficam bem melhor no fim de semana sem meia com calça enrolada, ou até mesmo com uma bermuda. Os modelos mais alongados, com a parte da frente mais "achatada" são realmente mais elegantes, mas pecam na transição para o casual (e nas situações que pedem tal elegância eu prefiro um sapato de amarrar). Sendo assim a minha recomendação para quem quer investir em um par de sapatos caro é comprar um penny mediano e guardar o dinheiro para algum modelo de amarrar.
Adidas Rod Laver
8 de novembro de 2012
Passei grande parte do fim de semana passado ajudando a fotografar novos produtos que o brechó Vovó era New Rave recebeu. É um passatempo para ajudar os amigos, e quem mais quiser, a vender peças que estão paradas no armário.
Eu mesmo já vendi algumas coisas lá, e agora acabei de colocar uma desert boots da clarks. Enfim, dessa vez tinham algumas coisas muito interessantes no meio da pilha de sacolas que a Nati recebeu com coisas masculinas e femininas. Uma delas era um Adidas Rod Laver.
Rod Laver pertence a um grupo exclusivo de tenistas que ganharam todos os quatro grand slam no mesmo ano. E pertence a um grupo mais seleto ainda, os que fizeram isso duas vezes. Posso estar errado, mas acho que é o único homem deste grupo que ainda está vivo.
Além da sua contribuição no esporte, Rod Laver também nos deixou uma outra coisa duradoura, o seu adidas epônimo. O modelo foi introduzido em 1970 e desenvolvido em parceiria com o tenista. O mais clássico é branco com sola e detalhes verde como a grama, mas o azul não fica muito atrás para quem quer uma opção mais discreta. São feitos de uma espécie de nylon, leve para caramba. Tirando umas sujeirinhas na camurça eles estão em exelente estado. Imagino que a parte de tecido deve ser fácil de lavar e manter branquinha.
Também chegaram um monte de camisas, algumas gravatas, calças e bermudas. Acho que a Nati está colocando aos poucos, mas de minha parte eu montei essas duas produções e um pequeno textinho. Essa calça azul da Richards também é bem honesta, mas não da para mim porque já estou com um monte de calças azul. Eu a levaria a um alfaiate para "afunilar" um pouco a boca e ficaria perfeita. Para quem gosta de gravata fininha, também tem uma da Ellus bem bonita (pena que tão fina)
D.S Dundee
23 de outubro de 2012
O tumblr é ótimo mas as vezes é frustrante não saber de onde vem uma foto. Outro dia descobri, bem atrasado, a origem de uma bota que a muito tempo circula no meu dashboard. A bota é da D.S. Dundee. A marca britânica tem um pézinho nos tecidos Escoceses e na vida no campo de épocas passadas. Ela é a manifestação moderna da Tweed Run Moscow, interpretando o estilo campestre do velho mundo. Sei que é difícil falar de roupas assim, sem tocar e realmente sentir o peso do tecido e colocar a mão nos detalhes, mas acho que vale a pena visitar o site e dar uma olhada no histórico das coleções.
Compras Online na Richards
9 de outubro de 2012
Fiz a minha primeira compra online em uma loja brasileira. Um sapato, uma calça e um chapéu na Richards (a blusa é só para deixar a composição da foto mais legal). A muito tempo atrás vi o sapato e a calça, mas como de costume, acabei pensando muito antes de comprar e desisti. Quase tudo na loja só vale a pena com algum tipo de promoção. Mais tarde, descobri que a Richards faz um bazar online com descontos de 60%. Me cadastrei e recebi um e-mail com as novidades. Lá estavam: a calça e o sapato.
Gosto da proposta da Richards. Estéticamente, costumo achar a selaria o melhor departamento, mas é provavel que as camisas tenham a melhor qualidade. A modelagem não é das melhores e acho que fazem um péssimo trabalho de produção, mas realmente utilizam tecidos bons e capricham no acabamento. Além disso, são uma das poucas lojas em Belo Horizonte que vende camisas com colarinhos "cutaway" ou de algodão oxford.
Antes de finalizar a compra eu entrei em contato com o SAC para tirar umas dúvidas. Depois de dias sem resposta, comprei na raça. Chegou a mensagem de confirmação e o prazo para entrega: 10 dias. Seis dias depois veio um e-mail dizendo que um dos produtos não estava disponível, e que, caso fosse necessário, enviariam a ordem parcial. Perguntei qual produto, mas novamente não obtive resposta. Não recebi nenhum número de rastreamento postal e de repente, vinte dias depois, eu acabei recebendo o pedido completo. Parte do atraso pode ter sido por causa da greve dos correios, mas os pacotes que eu enviei na mesma época não atrasaram. De qualquer forma, a falta de informação me frustrou bastante.
Recebi o pacote e esperava uma embalagem melhor. Não sei se é por eu ter comprado no bazar, mas os sapatos vieram dentro de uma sacolinha e a calça enrolada em papel bolha, tudo dentro de uma caixona de papelão. Posso estar sendo chato, mas as compras online reduzem o contato com o cliente, e eu acho que a comunicação e a embalagem são das poucas maneiras de manter a experiência da loja física.
O sapato é um penny loafer de camurça verde. Esperava mais verde, mas gostei bastante do tom acizentado. A camurça é bem macia e flexível. Não é daquelas lisinhas suaves, deixando este modelo bem casual. O único porém é o calcanhar, que tem um reforço feito com uma camurça bem bruta. Pode ter sido uma escolha estética, mas achei que ficou parecendo que pegaram restos de material para economizar. Ah, gostei bastante do sapato ser feito no Brasil.
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| A camurça no calcanhar é bem mais "felpuda" do que o resto do sapato. |

Dei uma levantada na palmilha e conseguir ver a costura blaqueada do acabamento. A costura blaqueada tem mais flexibilidade, eu acho que é a mais indicada para um modelo assim. Abaixo da palmilha está a entressola, que é de uma espécie de papelão. Justo, pelo preço que paguei.
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| Eu acho que a costura dividida na ponta da um toque bem legal. |
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| O sapato não tem forro, deixando ele ainda mais respirável. |
O gavião é bem alto, e a cintura fica bem próximo da cintura natural. A modelagem é reta, mais relaxada. Eu devo levá-la a um costureiro para pedir que diminua a largura de abaixo do joelho até a barra.
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| O botão de metal e branco é um detalhe bem legal. Fiquei muito satisfeito com a calça. |
E não fiquei decepcionado com os meus produtos mas fiquei com o serviço. A Richards realmente é uma fonte excelente para peças básicas e tem uma boa mistura, usando tecidos da estação e incorporando algumas opções mais "modernas" no seu mix de produtos. A qualidade em geral, é acima da média, mas como eu disse, está um pouco abaixo do preço cheio, mas comprei na promoção a um preço mais do que justo. Quanto ao serviço, eu pensarei muitas vezes antes de utilizar a loja online novamente. A comunicação foi horrível. Já comprei de gente lá da China que estabeleceu contato melhor. Fiquei com sensação que eles não estão nem ai para o que vem depois do ato do cliente apertar "confirmar compra". A experiência deixou muito a desejar, mas tenho certeza que aos poucos vão ser forçados a acertar o passo.
Sapatos Camurça da Cartel011 (E outras opções)
3 de outubro de 2012
Essa foi dica de um leitor. Sapatos de camurça cinza e azul da Cartel 011, por R$ 289,90. O preço é elevado para uma compra as cegas, já que o site só tem uma foto do produto e não lista nenhuma característica. Qual é das lojas brasileiras e a falta de informação? Precisamos de mais atributos!
O formato é agradável. Pelo que posso ver, o sapato é um pouco alongado e tem uma sola fina. Além disso, a camurça azul parece mais suave do que a cinza. Confesso que só com uma foto é difícil chegar a uma conslusão, mas parece que o pessoal da Cartel 011 fez um bom trabalho no visual deste modelo em particular. Para deixá-lo melhor eu só teria trocado a sola branca por uma vermelho tijolo, principalmente no par azul.
Eu gosto muito deste tipo de sapato. Inclusive é o que usei hoje o dia todo enquanto tirava o meu visto:
| A famosa soneca com sol na cara |
São excelentes como contra-ponto. Use-os com uma camiseta para ficar mais arrumado; e se estiver de calça social e jaqueta, use-os para ficar mais casual.Por serem macios e informais, são fáceis de usar com jeans sem destoar.
O modeo da Cartel é bonito, mas existem opções mais em conta para quem tem um conhecido que vai viajar. Se você gosta do estilo, também trabalha com orçamento plebeu e não está procurando por uma obra prima feita a mão, se ligue nos modelos abaixo:
Land's End Suede Bucks U$ 69
Bass Brockton (várias cores) U$ 79
Bass Buckingham (várias cores) U$ 89
Florsheim Kearny (várias cores) U$ 90
Pode ser que algumas essas lojas tenham dificuldade em processar o pagamento com cartão brasileiro. Quando isso acontece, eu costumo ligar comprar pelo telefone. Quando não dá mesmo, eu tento coloco o nome do sapato no Zappos ou procuro por outros pontos de venda online.
Sapato Dr Martens Azul
30 de setembro de 2012
Acho que em 2010 o Mark McNairy lançou este sapato de camurça azul sola EVA tijolo. O sapato nunca saiu do site dele então um par foi a primeira coisa que procurei quando viajei, mas só consegui achar a versão chukka. Também estava precisando era repor o meu tênis branco e resolvi comprar um Nylite da Tretorn, por acaso a loja da Dr. Martens fica bem do lado. Uma sorte. Vi este sapato na vitrine e achei um substituto justo para a versão três vezes mais cara do McNasty.
Eu queria alguma coisa menos tradicional, mais alegre para usar casualmente. Azul escuro é colorido, mas ainda é uma cor que não chama tanto a atenção. O sapato é feito de um material resistente o suficiente para eu poder andar por aí sem ter que me preocupar em acabar destruindo-o. Se sujar, basta passar uma água e se necessário aplicar uma cadama de cera. Ele é feito de lona encerada, da British Milerain Co, assim como essa bota.
O modelo do McNairy usa materia prima melhor e tem construção superior, mas mesmo assim a durabilidade da Dr. Martens tem uma boa reputação. O sapato pertence a uma linha da Dr. Martens que se chama "Windsor". Essa linha atualizada as cores e combinações dos modelos mais tradicionais. Pode-se dizer que seja uma versão "fashion" da Doc.
Eu acho que, para as pessoas que estão acostumadas a usar só tênis, sapatos como o modelo do McNairy ou esta linha da Dr. Martens podem ser excelentes opções de transição ao universo dos sapatos de adulto. Ficam ótimos com jeans dobrados e calças nos diversos tons de kahki, e até mesmo calças de alfaiataria mais casuais. É como usar um sapato sem estar de fato usando um sapato, mas sem recorrer ao sapatênis.
O sapato é completamente forrado de couro vegetal, excelente para absorver a humidade.
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| A sola é costurada, "welted" à parte de cima do sapato,e reforçada com uma tira de couro que fica presa tanto a sola quanto ao cabedal. |
| A sola é a Airway, patente das botas Dr Martens, só mudando a cor. |
| A lona encerada é impermeável, e com o tempo basta aplicar nova camada de cera para recuperá-la |
| A tira avermelhada da um contraste bem legal. Olhando de cima nem se vê a sola branca. |


































