Rolex Submariner

9 de março de 2013



Até pouco tempo atrás o fundo do mar estava no alto da lista de mistérios inexplorados junto com o centro da Terra e o "espaço sideral". Para se ter uma idéia, foi só em 1939 que fizeram o primeiro resgate de marinheiros presos em submarinos e foi só em 1947 que Jacques-Cousteau inventou o Aqualung, um dispositivo para mergulho autônomo. Realmente faz pouco tempo que o mergulho deixou de ser uma atividade restrita a um grupo de especialistas.

A invenção do aqualung na decada de 1950 junto com os famosos documentários de Coesteau e seriados de TV como "Aventuras Submarinas", trouxe as maravilhas do fundo do mar para a sala das famílias. O mergulho autônomo foi uma febre e era óbvio que as pessoas iriam precisar de uma maneira fácil de acompanhar a disponibilidade de ar e o ritmo necessário para evitar "doença de descomprensão" na hora de subir.

Naquela época não existiam relógios para mergulhadores. Rene-Paul Jeannerer, um dos diretores executivos da Rolex, era um praticante da atividade e conseguiu convencer a empresa a desenvolver um relógio especial. O resultado foi o Rolex 6204, lançado em 1954 com o nome de Submariner.

Jacques-Cousteau, 1955 com um Rolex Submariner no pulso

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Pequenos detalhes e Cintos Diferentes

5 de março de 2013



Como não existe muita complicação no guarda roupa masculino qualquer peça fora do comum vai chamar atenção. Isso torna fácil criar pontos de diferença com pequenos detalhes. Estas mudanças geram pontos de interesse que são a melhor forma de se acrescentar distinção a um traje neutro, porque pequenas são ser notadas por aqueles que estão prestando atenção, mas não pulam na cara de ninguém implorando por atenção.

Estes detalhes podem ser uma dobra na calça, cor da meia, um botão na camisa ou a maneira mais comum: um acessório.

A primeira coisa que me veio a cabeça foram os relógios, mas os cintos também são acessórios que praticamente todos os homens usam sem nem pensar. Talvez o cinto do Col Liddleton que compartilhei tenha deixado uma mensagem subliminar na minha mente.

Resolvi separar alguns modelos de cinto interessantes:

Narrangan Pelican Hook Belt:


Mais cintos no post completo.

Windowpane - Ternos e Jaquetas Xadrez

4 de março de 2013

Foto: The Rake
Acho legal que no vocabulário inglês existe uma palavra para cada tipo de listra, ou neste caso de xadrez. Essa padronagem xadrez formada apenas pela interseção de uma linha na vertical e outra na horizontal é chamado de Windowpane. Usar um terno com esta padronagem é atravessar o Rubicão.

O rio Rubicão demarcava até onde um general romano podia ir com as suas tropas. A medida visava impedir que os oficiais manobrassem grandes contingentes de tropas no núcleo do Império Romano quando retornavam de campanhas. No dia 11 de Janeiro de 49 a.c., Julio César atravessou o Rubicão com seu exército, declarando guerra civil contra Pompéia, centro do poder de Roma. Uma vez atravessado o Rubicão, alea jacta est (a sorte está lançada), ele sabia que não tinha volta. Ou tomava a cidade ou seria destruido.

O que isso tem a ver com o xadrez?

Col. Littleton

3 de março de 2013


Me deparei com um produto muito interessante, o cinto "No. 5 Cinch Belt" de uma marca chamada Col. Littleton. O cinto tem uma fivela com um mecanismo de alavanca e deve ser ajustado por uma presilha lateral inspirada no suporte dos rifles militares. A descrição do produto diz que ele transpira aventura, robustez e Americana. Poderia muito bem ter sido usado pela Cavalaria ou pelo presidente Teddy Roosevelt durante suas aventuras pela Africa.

O Coronel Littleton começou seu negócio quando reparou que lojas não tinham opções de presentinhos únicos. Seu primeiro investimento foram 17 abotoaduras vintage que ele embrulhou cuidadosamente. Em um dia conseguiu vender todos os pares para várias lojas da região. Isso o motivou a abrir uma empresa e diversificar sua oferta. A Col. Littleton vende produtos com ar nostálgico, coisas feitas a mão que podem ser personalizadas e passadas adiante para próximas gerações da família.


A página da loja é muito bacana. Todos os produtos tem vídeos informativos e bem humorados. As seções informativas sobre o Coronel e a fábrica da Col. Littleton revelam uma filosofia de negócio muito interessante. Olha só o texto sobre a garantia dos produtos.

Clique para ler a tradoção e ver outros produtos que mais gostei: 

Sapatos e a Chuva

2 de março de 2013


Ontem choveu para caramba aqui em Belo Horizonte.

O que fazer antes de sair na rua? Usar um guarda chuva e talvez um casaco resistente. E os pés como ficam? Tênis viram uma esponja. Certo. Sapatos de couro vão estragar. Errado.

Vacas não precisam de guarda chuva. Não se preocupe se começar a chover e você estiver usando um sapato de couro. Só se preocupe com o que fazer depois:

- Se necessário, passe um pano (bem de leve) para tirar o excesso de humidade. Um pedaço de papel ajuda a dar uma primeira secada na sola.
- Tire os cadarços e coloque o sapato para secar em uma área bem ventilada. Não coloque no Sol ou perto de outra fonte de calor. O couro, assim como nossa pele, precisa de manter alguma humidade para não ficar igual o meu cotovelo.
- Se a sola for de couro, deite ele de lado e alterne depois de um tempo.
- Quando o sapato estiver quase seco você pode colocar formas de madeira ou pedaços de jornal dentro para ajudar ajudar a absorver a humidade e manter o formato.
- Depois de seco, de uma esfregada e aplique um creme para condicionar.
- Uma vez por mês aplique um pouco de cera para proteger o couro.

Beach Boys x Gant Rugger

1 de março de 2013



Bem Beach Boys. Gant Rugger R. Sunset Madras Stripe Pullover. Agora é torcer para entrar na promoção em alguma loja no final da temporada.


Mais detalhes:




Virginia Tech University 1967



Achei esse vídeo muito interessante circulando no Tumblr. As imagens foram feitas na Universídade Virgínia Tech em 1967. Eu cursei universidade nos Estados Unidos e fiquei chocado com o estilo dos estudantes em comparação com os meus anos de universitário.

O vídeo começa com um casal caminhando pelo belo gramado da universidade, que até hoje é famosa pelo verde. O tour do campus passa pelo o coral universitário vestindo blazers azul marinho e gravatas regimentais. O lugar é maravilhoso e com um campus desse fica difícil entender como um estudante da Virginia Tech chegou ao ponto de cometer as atrocidades do massacre de 2007.

Todo mundo no vídeo está muito elegante, com uma imagem agradável. Nas meninas, nada de calça moleton largona on botas Uggs que eu associo ao campus da faculdade onde estudei. Estão lindas, vestidas de forma simples, feminina e elegante. Na minha sala de aula elas iam praticamente de pijama.
Nos homens camisas oxford, jaquetas harrington, bermudas de madra e chinos.

O campus tão bem cuidado quanto as pessoas. As vezes fico curioso se o descaso com o estado das instituições que frequentamos e o espaço onde vivemos não começa de dentro, com um descaso com a própria postura e apresentação pessoal?

Assistindo a esse vídeo também fiquei com a impressão de que neste campus as pessoas não precisavam da última novidade do mundo da moda, nem das coisas mais caras ou com logomarcas gigantes para estarem bem, e não deveria ser diferente hoje em dia.

Shorpy, Fotoblog de 100 anos atrás


Jovens trabalhadores em frente a sede da Indian Mfg. Co, Indian Orchard, Massachusetts, Setempbro de 1911. Foto por Lewis Wickes Hine. 

Shorpy, "100-Year-Old Photoblog", é uma blog que com uma coleção de fotos antigas em alta definição. As fotos são do período entre 1850 e 1950, extraídas do arquivo de imagens da Biblioteca do Congresso Americano.

A seleção de inclui exemplos notáveis do estilo Americano da época. Clique abaixo para ver uma seleção de oito fotografias.


Azul + Cinza + Camurça Marrom

28 de fevereiro de 2013


Azul, cinza e marrom são tons clássicas do vestuário masculino. Uma jaqueta azul com calça cinza é uma das combinações mais seguras. Muitos a consideram chatas, mas a quantidade de tons que cada cor oferece significa muitas possibilidades dentro desta única combinação.

Dentro desta combinação eu estou gostando muito de sapatos de camurça marrom. Perfeitos no contexto mais casual de jaqueta e calça, principalmente com calças de flanela, linho ou qualquer outro tecido com um pouco de textura.

Se quiser alguns exemplos para se inspirar basta clicar abaixo.



Perguntas e Respostas


Anônimo24 de fevereiro de 2013 08:15
1. Você poderia bolar uma lista dessas para lojas presentes em solo nacional? Eu não tenho condições de ir pra NY pra comprar roupas e não gosto de comprar online, mas ainda assim gostaria de vestir peças de qualidade.

2. Já vi você comentando sobre a Richards, mas tem outras lojas brasileiras onde você compra roupas? 

3. Você conhece alguma que venda raw denim de qualidade?

Anônimo, obrigado pela sua pergunta, fico muito contente com o seu interesse. Infelizmente eu não me sinto a vontade para formular uma lista de lojas nacionais. BH é bem limitada, e eu não posso atestar pela qualidade do que vejo pela internet. Você é de onde? Está procurando por alguma coisa específica e qual faixa de preço? Talvez possa te ajudar ou alguém pode deixar um comentário com dicas para nós dois.

As respostas depois do clique.

Papel e Caneta

21 de fevereiro de 2013

O diário que uso para escrever sobre os dias todas as vezes que viajo. 
Digitar no computador não é a mesma coisa que escrever com papel e caneta. A permanência da tinta e a cordenação necessária para escrever nos força a elaborar a frase na nossa mente antes de colocar as palavras no papel. O texto que não pode ser “copiado e colado” nos força a parar por um momento e pensar bem no que queremos dizer. É um bom jeito de desacelerar o ritmo e organizar os pensamentos.

Acho que foi na terceira série que reparei dois colegas escreviam tudo com letras maiúsculas, sem curvas e sem voltinhas. Achei legal e adotei essa forma que me pareceu bem prática. O tempo passou e aos poucos comecei a ter um certo respeito pela forma que algumas coisas eram feitas antigamente, e seus méritos que foram descartados em troca da conveniência. Agora eu olho para a minha letra e acho ela preguiçosa, feia e sem personalidade.

Por isso resolvi "aprender" a escrever novamente. Para me motivar eu resolvi tornar o processo o mais agradável possível. Adoro brinquedo novo, então resolvi ir a compra de "material escolar" para não largar das novidades. Resolvi matar uma curiosidade que tinha e experimentar uma caneta de pena. Pesquisei um pouco e cheguei ao site Jetpens e ao modelo Safary, de uma marca alemã chamada Lamy. Comprei a caneta, um caderno e tinta.


O caderno é de uma marca japonêsa chamada Maruman. Li muitas coisas boas sobre os cadernis (e canetas) do Japão. Faz sentido, já que no alfabeto deles uma "letra" pode ter um monte de linhas, exigindo bastante precisão. Ele realmente escreve bem macio, tipo a Moleskine. O nome do caderno é bem legal, Mnemosyne é a deusa grega da memória.


A Safari é uma caneta que funciona com cartuchos. Ela vem com um azul, e eu comprei uma caixa com cinco pretos. Além disso, comprei um adaptador que faz com que ela funcione com tinta. Fiquei curioso com o "ritual" de recarregar a caneta e comprei um pode de tinta preta bem escura, também da Lamy.

Fiquei surpreso com a diferença entre escrever com uma caneta de pena e uma "ball point" normal. A principal diferença é na forma de segurar. Estou acostumado a segurar canetas com força, para colocar a pressão necessária para a tinta sair do papel. A caneta de pena não precisa de tanta força, já que funciona com capilaridade ao invés de pressão manual. Seguro ela na pontinha do dedo e quase sem encostar no papel.



Fica recomendado então a Lamy, a Maruman e o site Jetpens, cheio de canetas, cadernos e material para escritório. 

Boro: Retalhos do Japão

20 de fevereiro de 2013


"Boro" é uma palavra japonêsa que significa "trapos esfarrapados". Este tecido revela muita coisa sobre o padrão de vida das famílias japonêsas do século dezoito. O boro é carinhosamente remendado, reaproveitando trapos de algodão tingídos com anil natural. Cada pedaço é único e conta a história do coração de uma família e da alma de um povo. A beleza irregular do tecido captura a essência da sustentabilidade, deixando zero resíduos na produção textil artesanal. Para os criadores do boro, tudo tinha valor demais para ser desperdiçado, um conceito praticamente extinto no consumidor moderno.

Quer saber mais sobre a história do boro?

Diferenças

31 de janeiro de 2013


Hoje em dia a maioria das pessoas fica ridícula de gravata borboleta. Tinha salvo essa foto justamente por ser um "look" com gravata borboleta que funcionou, por causa do corte de cabelo e da barba do Philip Crangi. As opções se multiplicam quando você pode tem um estilo de vida que lhe permite ser um pouco diferente do resto das pessoas, simplesmente porque as pessoas deixam de esperar o "comum" de você.


Essa foto é outro exemplo. Um monte de coisa nela que eu diria que não deveriam ser feitas, mas quando ele mistura tudo acaba dando certo. (A calça que ele está usando tem quatro cores diferentes, duas na frente e duas atrás. Como ele consegue? Acho que é porque apesar de diferente, tudo ainda é um pouco convencional.

Cobertura Pitti Uomo 2013

8 de janeiro de 2013

Uns membros do Style Forum estão fazendo uma cobertura da feira em Florença. Até agora imagens da Isaia 2013, o pessoal da The Armory olhando os produtos da Carmina, algumas coisas da Buttero e uns casacos com tranças bem legais da Minotaur. Vejamos quais serão as tendências esse ano.

Isaia
Isaia
Isaia
Isaia
Carmina
Carmina
Buttero - Liberty

Buttero
Buttero x Horween

Trançado

Semana Preppy: Metropolitan

“So many things which were better in the past have been abandoned by supposed convenience.”
Metropolitan é o primeiro filme do diretor Whit Stillman. É uma comédia de baixo orçamento lançada em 1990 e eu não consigo encontrar nada em português. Não sei se o filme foi lançado no Brasil. (torrent!)

Metropolitan se passa na Park Avenue, Nova York, em um apartamento qualquer em uma época não definida. A história segue um grupo de amigos durante a temporada de festas de debutantes. Nos encontros eles conversam sobre o filósofo Charles Fourier, sobre o crítico literário Lionel Trilling. Debatem Buñuel, As Histórias de Babar, criam o acrônimo U.H.B. (Urban Haute Bourgeoisie) para melhor defini-los e discutem o papel da aristocracia na sociedade moderna. 

Interessado? O resto do post tem mais imagens e alguns trechos marcantes.


Semana Preppy: Trading Places

7 de janeiro de 2013

Eddie Murphy com a gravata #1 da Brooks Brothers
Esse eu vou pegar emprestado do site A Continous Lean e imagens do Flickr.

Trocando as Bolas (Trading Places) é de 1983. Uma comédia com personagens completamente ivy league, vestidos dos pés a cabeça com o guarda roupa preppy dos anos 80 e mentalidade WASP (White Anglo-Saxon Protestant).

A história segue a mesma linha de Making the Grade. Os irmãos Duke (Randolph e Mortimer) apostam 1 dólar para descobrir o que é mais importante: natureza ou criação. Eles decidem inverter a posição de duas pessoas de classe social diferentes e ver o que acontece. Para isso, acabam com a vida Louis Winthorpe III (Dan Aykroyd) e colocam o mendigo Billy Ray Valentine (Eddie Murphy) em seu lugar. 

Mais imagens depois do jump


Nanamica Primavera/Verão 2013


Nanamica é uma distribuidora Japonêsa que representa várias marcas Americanas no Japão, entre elas a Filson, Champion e a North Face. Também tem lojas próprias aonde vende todas as marcas que representam e mais algumas outras. Reza a lenda que é uma das lojas mais legais do Japão.

Além de representante, a Nanamica tem licensa para criar e produzir linhas exclusivas ao mercado Japonês. Nos Estados Unidos a Champion e a North Face são vendidas no Wallmart. Enquanto isso, no Japão, existe a North Face Purple Label que é uma lenda no Ebay. Ela cria para as marcas americanas melhor do que os Americanos, que ficam reclamando das coisas legais que não recebem.

A boa notícia veio em 2011, quando depois de toda a experiência com os agasalhos e casacos pra condições adversas da North Face, a distribuidora decidiu criar a sua primeira coleção própria para vender internacionalmente. 

Essa nova coleção segue a mesma linha minimalista, fibras e tecidos tecnológicos misturada com naturais, e aquele clássico com um twist que as marcas japonêsas tem. É azul e gira ao redor do tema água; então já é favorita.


Brunello Cucinelli Primavera/Verão 2013


Corrijam-me se estiver errado mas a indústria da moda francesa e italiana é cheia de estilistas muito criativos, com produtos de luxo de altíssima qualidade (e preço alto), bastante respeitados no meio mas que não fazem tanto estardalhaço quanto grifes como Versace, Armani e Louboutin Também são marcas aspiracionais, só que vendem mais do que uma imagem ou um símbolo. Parecem mais focados em realmente vender produtos feitos com a melhor matéria prima que existe e da melhor forma, àqueles que estão disposto a pagar por esse tipo de luxo. 

Brunello Cucinelli com certeza é um destes estilistas. Suas coleções são sempre muito bem apresentadas, mas também tem substância. Sempre trazem alfaiataria impecável, nunca deixam de lado a estrutura da peça. Utilizam as melhores matérias primas, escolhendo muito bem qual a receita do bolo.  

A coleção Primavera/Verão 2013 do Italiano vem montada com a cara da Itália; Muitas sobreposições e mistura entre casualidade e trajes formais. O foco são as jaquetas jeans e os coletes, todos executados com perfeição e disponíveis em uma boa variedade de tecidos e cores. Pelo visto, as cores da temporada são verde e vermelho, em tons lavados que são característicos da marca. O verde pode ser visto nos coletes, nas calças e nos sapatos. O vermelho aparece principalmente nas camisas, nos suéteres, nas jaquetas, e nos acessórios. Como sempre, os blazers não chegam a ser um "double breasted", estão mais para "1.5 breasted".

BH anda um calor de Senegal por isso todos esses casacos e camadas são impossíveis de usar por aqui. Isso não me impede de admirar as fotos em alta resolução com todos os detalhes desta coleção maravilhosa. As produções são tão bem executadas (sobreposições, cores, texturas, tecidos) que eu me sinto mais sofisticado por osmose.

As fotos estão em alta resolução, abra em outra janela para ver mais detalhes:



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